Sunday, July 12, 2009

SEMANA DE POESIA NA FUNDAÇÃO CASA

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A POESIA NÃO PARA!
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Povo lindo, povo inteligente, a partir desta segunda-feira começa minha maratona poética na Fundação casa, até quinta-feira vou realizar oficinas e bate-papos (manhã e tarde) com os jovens da Unidades de Franco da Rocha e Raposo Tavares.
Se depender de mim ninguém fica sem poesia em São Paulo. É isso.
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Depois digo mais novidades. Sem tempo pra mais nada,
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Sérgio Vaz
Vira-lata da literatura

CINEMA NA LAJE

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NESTA SEGUNDA-FEIRA TEM CINEMA NA LAJE NA COOPERIFA
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*em caso de chuva ou frio o documentário será exibido dentro bar


Cinema na laje é um espaço criado pela COOPERIFA e que acontece quinzenalmente às segundas-feiras para exibições de documentários e filmes alternativos de todas as partes do Brasil e do mundo, exibidos gratuitamente para a comunidade. Também criado principalmente para dar luz ao cinema produzido pelos jovensda região, e levar cidadania através da sétima arte.
O cinema Paradiso da periferia também conta com um lanterninha vestido a caráter para dar um charme especial no projeto.
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A Entrada é franca. A Pipoca é grátis. E a lua sincera.
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CINEMA NA LAJE
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Documentário "A REVOLUÇÃO NÃO SERÁ TELEVISIONADA"
De Kim Bartley e Donnacha O'Briain
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*O deputado e Professor carlos Giannazi fará a presentação do documentário
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Dia 13 de julho 20hs30
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Laje do Zé Batidão
Rua Bartolomeu dos Santos, 797 Chácara Santana
Zona Sul-SP
Inf. 5891.7403
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Sinopse:
(A revolução não será televisionada) Documentário.
2003. Irlanda.O documentário A revolução não será televisionada, filmado e dirigido pelos irlandeses Kim Bartley e Donnacha O’Briain, apresenta os acontecimentos do golpe contra o governo do presidente Hugo Chávez, em abril de 2002, na Venezuela. Os dois cineastas estavam na Venezuela realizando, desde setembro de 2001, um documentário sobre o presidente Hugo Chavez e o governo bolivariano quando, surpreendidos pelos momentos de preparação e desencadeamento do golpe, puderam registrar, inclusive no interior do Palácio Miraflores, seus instantes decisivos, respondido e esmagado pela espetacular reação do povo.É apresentado o cenário em que se desencadeiam os acontecimentos de abril de 2002. A Venezuela está entre os cinco maiores países produtores de petróleo do mundo, sendo um dos maiores fornecedores dos Estados Unidos. Ao assumir a presidência, em 1998, Hugo Chavez passou a defender a distribuição dos rendimentos auferidos com o petróleo para investimentos sociais voltados à maioria do povo e intensificou as críticas às políticas liberais inspiradas nos EUA, o que levantou a ira das classes dominantes locais e do imperialismo norte-americano, acostumados a governos submissos.A partir de então, o governo de Hugo Chavez e a “revolução bolivariana” passariam a enfrentar, diariamente, uma verdadeira cruzada na mídia empreendida pelos cinco canais de televisão privada do país. A cruzada foi respondida com o avanço da mobilização e a organização da grande massa de explorados do país, abrangendo mais de 80% da população pobre. Em 1999 foi aprovada, por meio de referendo popular, a nova Constituição da Venezuela. Ela ampliou a participação política das massas populares através da organização dos círculos bolivarianos pelos bairros e favelas.Com bastante propriedade, o documentário consegue mostrar a permanente campanha de mentiras urdida pelos meios de comunicação contra o governo de Hugo Chavez, as relações da grande mídia com a elite econômica, militares dissidentes e a articulação dos EUA na manipulação dos fatos. Evidencia também a intervenção direta do imperialismo norte-americano na organização do golpe, em sua preparação e organização na embaixada americana em Caracas que foi, posteriormente, comprovada com documentos. Como disse o então diretor da CIA George Tenet, em entrevista na TV Venezuelana, dias antes do golpe, Chavez “não está preocupado com os interesses dos EUA”.As articulações que envolveram a grande mídia na tentativa golpista foram por ela mesma reveladas, momentos depois de empossarem Pedro Carmona. Momentos, aliás, muito bem registrados no documentário: mostram a arrogância do procurador, designado por Carmona, ao anunciar a dissolução do Congresso, da Corte Suprema e revogar a Constituição, e depois de algumas horas, todo assustado, ao ser preso, num canto de uma sala do palácio.Outro aspecto importante do documentário é a revelação da manipulação dos canais de televisão comerciais sobre os responsáveis pelos assassinatos dos manifestantes em 11 de abril de 2002. Todos os canais privados de televisão que, junto à imprensa escrita e radiofônica, justificaram o golpe de estado de 11 de abril com uma edição de imagens em que aparece um grupo de apoiadores de Chavez, situados na Ponte Llaguno de Caracas, realizando disparos. Estas imagens foram utilizadas para afirmar que "Chávez foi quem ordenou disparar contra a multidão". "A revolução não será televisionada" demonstra, ao apresentar a edição completa da seqüência de imagens (manipulada na edição das TVs), que os grupos situados sobre a Ponte Llaguno de Caracas respondem ao fogo de franco-atiradores (estes sim atiram nos manifestantes) e não disparam sobre os manifestantes.O ponto alto do documentário é registrar a força das massas exploradas que derrotam os golpistas e restituem o governo a Hugo Chavez. O povo enfrentou e passou por cima de toda a mentira, fraude, manipulação da informação, da repressão iminente e mostrou que é mais forte. Não aceitou as “notícias”, recusou-as e saiu às ruas na manhã de sábado, 13 de abril, para denunciar que Chavez “não renunciou! Está seqüestrado!” e “não te queremos Carmona! Ladrão!”. Centenas de milhares de pessoas nas ruas cercam o Palácio Miraflores para exigir “Queremos a Chavez!” e clamar “Chavez amigo, o povo está contigo!”.Um ponto importante a ser identificado e debatido: durante a noite do dia 11 de abril e na madrugada do dia 12, o Palácio Miraflores foi cercado e os golpistas ameaçaram bombardeá-lo caso Chavez não renunciasse.Chavez resistia e afirmara que não renunciaria. As horas passam e o prazo dado pelos golpistas estava por terminar. A maioria do governo considerou que não havia saída: “O jogo acabou... é a vitória da morte” afirmara seu Ministro do Desenvolvimento. O Conselheiro Político expressou que “os adversários eram muito poderosos e não deu tempo...

Friday, July 10, 2009

SARAU CAIÇARA

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Thursday, July 09, 2009

SARAU DA COOPERIFA...

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A NOITE MAIS LINDA DO ANO!
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A Comunidade lotou o sarau da Cooperifa
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Povo lindo, povo inteligente, o sarau da Cooperifa de ontem (pelo menos pra gente) foi simplesmente a noite mais linda do ano. E talvez uma das noites mais poéticas da cidade. Pode até parecer exagero ou ufanismo cooperiférico, mas não é, imaginem que só de poetas que se apresentaram foram 58. Sim, 58 poetas!
Tinha mais de trezentas pessoas da comunidade, de todos os lugares, de todas as cores, de todas as dores, tribos e de todos os planetas. Quer saber? Foi do caralho!
Roberto ferreira, Gino e Álfia levaram os alunos da "Escola Pracinhas da FEB" do Jd. Alfredo, região do Guarapiranga, para nos visitar, e para nossa surpresa ele também vieram com poemas para recitar. Eles piraram. Nós também. Aprendizado coletivo.
Uma puta noite mágica. De luta. De resistência. De amor a poesia. De amor a periferia.
Ontem o sarau da Cooperifa parecia com o país que a gente sonha, sem ninguém melhor do que ninguém, e o respeito absoluto reinou em nossos corações. A generosidade dos poetas também vale ressaltar, pois deu tempo para que todo mundo falasse. Inclusive os novatos.
No sarau da Cooperifa a gente viveu as mil e uma noites numa noite só.
São quase oito anos de sarau, muita luta, mas está valendo a pena ver os frutos germinarem no solo duro das quebradas.
Vendo no final as pessoas sorrirem e se abraçando de emoção pela noite de paz e tranquilidade, mas principalmente de comunhão.
Ontem tive a certeza que valeu a pena a gente ter lutado tanto pra gente chegar até ali.
Valeu a as contas de água e de telefones cortadas, a falta de gasolina, não ter corrido quando o bicho pegou, ter apostado no simples e acreditado na comunidade. Na poesia.
Ontem eu tive a certeza que valeu a pena cada gota de suor ali escorrido.
Cada gota de sangue, cada lágrima escorrida, de dor e de emoção.
Cada abraço, cada briga e cada beijo. A poesia venceu. Não adianta.
Fico feliz em estar vivo e queria agradecer por estar vivo junto com essas pessoas, a família Cooperifa. Tudo que faço é para estar à altura delas. Só.
Queria ter dois corações. Um para amar. O outro também.
Falando em coração , o meu agora deu pra ter orgasmos, e ejacular pelos olhos.
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A alegria me comove. A minha e a dos outros.
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"A Periferia nos une pelo amor, pela dor e pela cor. dos becos e vielas há de vir a voz que grita contra o silêncio que nos pune. Eis que surge das ladeiras um povo lindo e inteligente galopando contra o passado. A favor de um futuro limpo, para todos os brasileiros...".
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É tudo nosso!
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Sérgio Vaz
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*veja abaixo as fotos do sarau da Cooperifa de ontem

SARAU DA COOPERIFA - FOTOS

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A NOITE MAIS LINDA DO ANO
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POVO LINDO, POVO INTELIGENTE!

mamba negra

Se liga na arquibancada do sarau

A família cooperifa simplesmente lotou o sarau

Família Cooperiférica: o que a poesia uniu...

Poesia + família = Sarau da Cooperifa

É nóis na poesia!

Rose Dorea

Vista panorâmica do sarau



Os professsores Gino e Roberto ferreira e Alfia levaram os alunos do "pracinhas da FEB" para ver o sarau

Seu Zezinho, poeta da comunidade

58 poetas!

Lid´s, Ligia e Renata

Estréia

A pequena GEOVANA

Stand up com Marley

Marcelo

Comunidade

Du Bod
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SARAU DA COOPERIFA - FOTOS

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A NOITE MAIS LINDA DO ANO!
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No sarau da Cooperifa a poesia se aprende no berço

Renata Dias

Barau e Lu Souza

Maria Povoas

Povo lindo, povo inteligente!

A massa


Márcio Batista

Célia

MarleY

Lu Souza

Rose Dorea

O Lado de fora

Não coube todo mundo dentro do bar

Lotadaço, só para oubir e falar poesia.

SARAU DA COOPERIFA - FOTOS

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A NOITE MAIS LINDA DO ANO!
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O Lado de fora

Claudio Laureart

Se liga no estilo do garoto

família

poeta do Pracinha da FEB

gente até no teto

Família Cooperifa

Los hermanos

Ô lugar!

Poesia e comunidade em harmonia absoluta

João Santos

Crônica e Nina Fidelis

Se liga na frente do bar
Casulo

Dona Ilda, a comunidade viva em torno da poesia

Povo lindo, povo inteligente!

Lançamento do Boletim do Kaos: De Maio e Buzo

Crônica: O Silêncio é uma prece

A poesia tomou conta da comunidade

Família Cooperiférica

Kátia

As Lus

Só da comunidade

Will

As crianças

Ewaldt

A Lua deu o ar da graça

James Bantho

Sônia e as baixinhas do sarau
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Wednesday, July 08, 2009

CINEMA NA LAJE APRESENTA O DOCUMENTÁRIO:

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A REVOLUÇÃO NÃO SERÁ TELEVISIONADA
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Cinema na laje é um espaço criado pela COOPERIFA e que acontece quinzenalmente às segundas-feiras para exibições de documentários e filmes alternativos de todas as partes do Brasil e do mundo, exibidos gratuitamente para a comunidade. Também criado principalmente para dar luz ao cinema produzido pelos jovensda região, e levar cidadania através da sétima arte.
O cinema Paradiso da periferia também conta com um lanterninha vestido a caráter para dar um charme especial no projeto.
A Entrada é franca. A Pipoca é grátis. E a lua sincera.
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CINEMA NA LAJE
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Documentário "A REVOLUÇÃO NÃO SERÁ TELEVISIONADA"
De Kim Bartley e Donnacha O'Briain
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Dia 13 de julho 20hs30
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Laje do Zé Batidão
Rua Bartolomeu dos Santos, 797 Chácara Santana
Zona Sul-SP
Inf. 5891.7403
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Sinopse:
(A revolução não será televisionada) Documentário.
2003. Irlanda.
O documentário A revolução não será televisionada, filmado e dirigido pelos irlandeses Kim Bartley e Donnacha O’Briain, apresenta os acontecimentos do golpe contra o governo do presidente Hugo Chávez, em abril de 2002, na Venezuela. Os dois cineastas estavam na Venezuela realizando, desde setembro de 2001, um documentário sobre o presidente Hugo Chavez e o governo bolivariano quando, surpreendidos pelos momentos de preparação e desencadeamento do golpe, puderam registrar, inclusive no interior do Palácio Miraflores, seus instantes decisivos, respondido e esmagado pela espetacular reação do povo.
É apresentado o cenário em que se desencadeiam os acontecimentos de abril de 2002. A Venezuela está entre os cinco maiores países produtores de petróleo do mundo, sendo um dos maiores fornecedores dos Estados Unidos. Ao assumir a presidência, em 1998, Hugo Chavez passou a defender a distribuição dos rendimentos auferidos com o petróleo para investimentos sociais voltados à maioria do povo e intensificou as críticas às políticas liberais inspiradas nos EUA, o que levantou a ira das classes dominantes locais e do imperialismo norte-americano, acostumados a governos submissos.
A partir de então, o governo de Hugo Chavez e a “revolução bolivariana” passariam a enfrentar, diariamente, uma verdadeira cruzada na mídia empreendida pelos cinco canais de televisão privada do país. A cruzada foi respondida com o avanço da mobilização e a organização da grande massa de explorados do país, abrangendo mais de 80% da população pobre. Em 1999 foi aprovada, por meio de referendo popular, a nova Constituição da Venezuela. Ela ampliou a participação política das massas populares através da organização dos círculos bolivarianos pelos bairros e favelas.
Com bastante propriedade, o documentário consegue mostrar a permanente campanha de mentiras urdida pelos meios de comunicação contra o governo de Hugo Chavez, as relações da grande mídia com a elite econômica, militares dissidentes e a articulação dos EUA na manipulação dos fatos. Evidencia também a intervenção direta do imperialismo norte-americano na organização do golpe, em sua preparação e organização na embaixada americana em Caracas que foi, posteriormente, comprovada com documentos. Como disse o então diretor da CIA George Tenet, em entrevista na TV Venezuelana, dias antes do golpe, Chavez “não está preocupado com os interesses dos EUA”.
As articulações que envolveram a grande mídia na tentativa golpista foram por ela mesma reveladas, momentos depois de empossarem Pedro Carmona. Momentos, aliás, muito bem registrados no documentário: mostram a arrogância do procurador, designado por Carmona, ao anunciar a dissolução do Congresso, da Corte Suprema e revogar a Constituição, e depois de algumas horas, todo assustado, ao ser preso, num canto de uma sala do palácio.
Outro aspecto importante do documentário é a revelação da manipulação dos canais de televisão comerciais sobre os responsáveis pelos assassinatos dos manifestantes em 11 de abril de 2002. Todos os canais privados de televisão que, junto à imprensa escrita e radiofônica, justificaram o golpe de estado de 11 de abril com uma edição de imagens em que aparece um grupo de apoiadores de Chavez, situados na Ponte Llaguno de Caracas, realizando disparos. Estas imagens foram utilizadas para afirmar que "Chávez foi quem ordenou disparar contra a multidão". "A revolução não será televisionada" demonstra, ao apresentar a edição completa da seqüência de imagens (manipulada na edição das TVs), que os grupos situados sobre a Ponte Llaguno de Caracas respondem ao fogo de franco-atiradores (estes sim atiram nos manifestantes) e não disparam sobre os manifestantes.
O ponto alto do documentário é registrar a força das massas exploradas que derrotam os golpistas e restituem o governo a Hugo Chavez. O povo enfrentou e passou por cima de toda a mentira, fraude, manipulação da informação, da repressão iminente e mostrou que é mais forte. Não aceitou as “notícias”, recusou-as e saiu às ruas na manhã de sábado, 13 de abril, para denunciar que Chavez “não renunciou! Está seqüestrado!” e “não te queremos Carmona! Ladrão!”. Centenas de milhares de pessoas nas ruas cercam o Palácio Miraflores para exigir “Queremos a Chavez!” e clamar “Chavez amigo, o povo está contigo!”.
Um ponto importante a ser identificado e debatido: durante a noite do dia 11 de abril e na madrugada do dia 12, o Palácio Miraflores foi cercado e os golpistas ameaçaram bombardeá-lo caso Chavez não renunciasse.
Chavez resistia e afirmara que não renunciaria. As horas passam e o prazo dado pelos golpistas estava por terminar. A maioria do governo considerou que não havia saída: “O jogo acabou... é a vitória da morte” afirmara seu Ministro do Desenvolvimento. O Conselheiro Político expressou que “os adversários eram muito poderosos e não deu tempo... Não organizamos uma política de comunicações”. Por volta das 3:30 h da madrugada, Chavez comunica que sairia e se entregaria, mas sem renunciar, para ficar claro que se tratava de um golpe. Um sinal de que aquele não seria o desfecho final é manifestado pelo próprio Chavez, na saída do Palácio, diante da afirmação de um aliado que grita: “Presidente voltaremos”. Chavez afirma “Ora! Nem fomos embora”.
Porém a decisão de se retirar e ceder às chantagens revela uma certa subestimação da capacidade do povo empreender resistências vigorosas e múltiplas a ponto de derrotar os golpistas. E mais: indica que a organização das massas exploradas para resistir a estas situações não era uma possibilidade presente na consciência política das forças que apóiam o governo de Hugo Chavez. Portanto, não poderiam vislumbrá-la e dela lançar mão. Apenas se conformaram: “Não havia saída”, “O jogo acabou”. Para eles, não faltava uma política para organizar as classes dominadas, mas sim o que “não organizamos [foi] uma política de comunicações”.
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MAIS SOBRE INDIE ARIE



India´s Song

SINGING HEY LAY OH HEY
SINGING HEY LAY OH HA
WHEN THE RAIN IS COMING DOWN AGAIN
SING THIS INDIAN SONG

SINGING HEY LAY OH HEY
SINGING HEY LAY OH HA
WHEN THE WIND IS BLOWING IN YOUR FACE
SING THIS INDIAN SONG

SINGING HEY LAY OH HEY, HEY LAY OH HA
WHEN YOU’RE LOST AND LONELY, HURT AGAIN
SING THIS INDIAN SONG

SINGING HEY LAY OH HEY, HEY LAY OH HA
WHEN YOU CAN SEE THE TROUBLE AHEAD
SING THIS INDIAN SONG

rap 1:
I WILL ALWAYS REMEMBER AN OLD MEDICINE MAN
I CAN STILL SEE HIM IN MY DREAMS AGAIN
HE SAID: DON’T YOU WORRY `BOUT THE POURING RAIN
HEY LAY OH HEY, HEY LAY OH HA
DON’T YOU BREAK THE RULES, IT’S NOT GOOD TO BE A SINNER
`CAUSE THE TIME HAS COME FOR YOU IF YOU WANT TO BE A SINGER
AND A SINGER HAS A SONG, JUST SING ALONG
HEY LAY OH HEY, HEY LAY OH HA

bridge 1:
THIS ANCIENT SONG WILL HELP TO FIND A BETTER WAY
JUST SING THE SONG ON EACH AND EVERY DAY – OH OH OH
YOU WILL START TO LOVE YOUR LIFE AGAIN MY FRIEND
AND THAT IS ALL, THERE’S NOTHING MORE TO SAY

chorus

rap 2:
I’VE LEARNED A LOT FROM THIS WISE OLD MAN
HE SHOWED ME NATURE AND I BEGAN TO UNDERSTAND
ALL THE SECRETS OF THIS PRECIOUS LAND
HEY LAY OH HEY, HEY LAY OH HA
I WAS JUST ABOUT TO LOSE MY WAY AND BECOME A SINNER
YOU SHOULD TAKE ME AS AN EXAMPLE AND BECOME A SINGER
AND A SINGER HAS A SONG, JUST SING ALONG
HEY LAY OH HEY, HEY LAY OH HA

bridge 2:
SO LET US SHOW YOU HOW YOU TO DO THE REAL THING
THIS LITTLE SONG IS ALL THAT YOU WILL NEED - OH OH OH
YOU WILL START TO LOVE TO SING AGAIN MY FRIEND
AND THAT IS ALL, THERE’S NOTHING MORE TO SAY

Tuesday, July 07, 2009

II MOSTRA CULTURAL DA COOPERIFA

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Em outubro a Cooperifa vai completar oito anos de atividade, e para comemorar vai realizar a II Mostra Cultural com uma semana inteira de eventos culturais totalmente gratuitos para a comunidade.
Teatro (infantil), dança, cinema, literatura, música, artes-plásticas, debates, feira de livros, exposições, palestras e oficinas literárias fazem parte da programação deste ano. Sem contar que também acontecerão eventos simultâneos. Vai ser do caralho, pode apostar!
Uma outra novidade é que os convidados não serão só da Zona Sul ou só da quebrada, mas de todos os lugares e de todas as quebradas do país. É isso mesmo, do país. Olha o progresso.
Por enquanto só posso adiantar que os parceiros já estão todos fechados, e que em breve a Cooperifa vai se reunir para dar o pontapé inicial da bagaça. Aliás, um recado pra nós da família Cooperifa: "quem descansou, descansou, quem não descansou, não descansa mais, daqui para o final do ano, é uma atrás da outra, e sem tirar de dentro."
Aí, se tiver alguma sugestão...
sv

SARAU DA COOPERIFA + camisetas

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CAMISETAS DA COOPERIFA
Só nesta quarta!
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Babylook branca R$ 25,00
Babylook preta R$ 30,00
Camiseta tradicional Branca R$ 25,00
Camiseta tradicional preta R$ 30,00



Quarta-feira 21hs
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Bar do Zé Batidão
Rua Bartolomeu dos Santos, 797 Chácara Santana
Periferia-SP
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Monday, July 06, 2009

INDIE.ARIE - BEAUTIFUL FLOWERS

Povo lindo, povo inteligente,

que se dane o mundo todo, não quero saber de mais nada (é verdade), só de ouvir, ver e falar sobre Indie.Arie.
Quando a gente pensa em disistir da raça humana, de gente mediocre como eu, eis que me aparece essa mulher de voz poderosa empunhando uma guitarra para compor a trilha sonora da nossa luta>, com quem dissesse pra gente não disistir. Tô chapado.

Escuta aí, depois me diga o que achou.

SV


Sunday, July 05, 2009

ESTRANHA FRUTA - INDIA.ARIE

Povo lindo, povo inteligente ouça a música maravilhosa "Estranha fruta" na Voz de India.Arie, mas que foi imortalizada da voz da diva do blues Billie Holliday.
Esta letra e música foi composta por um judeu de nome "Abel Meeropol", e foi feita logo após ele ver uma foto de dois negros enforcados em uma árvore, depois de linchados por uuma multidão, em Indiana, Estados Unidos, e que se tornou um dos hinos contra o racismo. Não deixe de ouvir.
Essa música dói, mas apesar de tudo, é bela, e o poema, uma das coisas mais bonitas que já li.
Estou apaixonado pela India Aire, e se você quiser saber porque ouça também as músicas "India´s song" e "Beautiful Flowers" no youtube, duvido que você também não se apaixone. Ouça e depois me diga o que achou.

Aprecie com moderação.

abs.

Sérgio vaz





Fruta Estranha (Abel Meeropol)

Ávores do sul produzem uma fruta estranha,
Sangue nas folhas e sangue nas raízes,
Corpos negros balançando na brisa do sul,
Fruta estranha penduradas nos álamos.

Pastoril cena do valente sul,
Os olhos inchados e a boca torcida,
Perfume de magnólias, doce e fresca,
Depois o repentino cheiro de carne queimada.

Aqui está a fruta para os corvos arrancarem,
Para a chuva recolher, para o vento sugar,
Para o sol apodrecer, para as árvores deixarem cair,
Aqui está a estranha e amarga colheita.