Friday, September 04, 2009

Monday, August 31, 2009

Casa nova (Colecionador de pedras 1)

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Povo lindo, povo inteligente,
fui obrigado a mudar de casa por conta de problemas técnicos,se alguém ainda se interessa pelo meu trabalho acessem pelo: www.colecionadordepedras1.blogspot.com
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Aguardo a sua visita.
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abs.

Friday, August 28, 2009

BATE-PAPO COM JOVENS DE OSASCO

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A POESIA NÃO PARA.
TÔS AINDO AGORA PARA REALIZAR UM BATE-PAPO COM JOVENS DO PROJETO "PESQUISADOR COMUNITÁRIO DE OSASCO, PROJETO COM JOVENS DE 15 A 24 ANOS COORDENADOS PELO CEDEDOC E PELO MINISTÉRIO DA JUSTIÇA. A FOTÓGRAFA MÔNICA CARDIM QUE ME CONVIDOU DISSE QUE VAI ESTAR LOKO, POIS ARRUMARAM ATÉ UM SALÃO NA COMUNIDADE PARA CABER TODO MUNDO. PUTA EXPECTATIVA.
QUANDO CHEGAR DE LÁ, FALO MAIS.
Que semana mais ou menos, né não? Viva a poesia.

SARAU RAP

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O BAGULHO FOI LOKO!
APARECEU MANOS E MINAS DE TODA AS QUEBRADAS.
A FAMÍLIA ESTAVA COMPLETA.
MICHEL E RAQUEL LEVARAM A YAKINE PARA BATIZAR NA POESIA DO RAP.
LOTADAÇO!
A POESIA NÃO PARA.
estou indo para Osasco depois escrevo mai.

SARAU DA COOPERIFA

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LOTADO! MARAVILHOSO.
Quem conhece, fexhe os olhos e imagine como foi. Lindo.
A Poesia não para.
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Thursday, August 27, 2009

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NÃO ESTOU CONSEGUINDO COLOCAR MAIS FOTOS NO BLOG, O GOOGLE DIZ QUE EXCEDI AO LIMITE, E AGORA?
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Wednesday, August 26, 2009

NESTA QUINTA-FEIRA TEM SARAU RAP

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SARAU RAP - Poesia das ruas
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Dia 27 agosto (quinta-feira) 20hs
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Projeto "Poesia das Ruas" Ritmo e Poesia.
O Projeto Poesia das Ruas é um sarau dirigido a rimadores e rimadorasdo Rap.
É um espaço para o exercício da criação poética.Sem música, MCs declamarão suas letras, compartilhando talento literário.Iniciativa do poeta Sergio Vaz, o Sarau do Rap é realizado em parceria com a Ação Educativa e acontece toda última quinta-feira do mês.
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Fundador e coordenador do Sarau da Cooperifa, Vaz, pretende buscar,através da oralidade, um incentivo para a criação poética.
Rap é ritmo e poesia (rythman and poetry).
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Ação Educativa
Rua: General Jardim, 660 - Vila Buarque - SP
Entrada: Gratuita
Capacidade de lotação: 200 pessoas

SARAU DA COOPERIFA NO METRÔ

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Povo lindo, povo inteligente,
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ontem o sarau da Cooperifa se apresentou na estação Santa Cecília do Metrô, a convite da POIÉSIS, que é quem coordena o projeto. Agradecemos a homenagem.
Foi um dos saraus mais emocionantes que nós já fizemos dentro destes quase oito anos de poesia na periferia, e olha que nós já rodamos por aí.
Imaginem vocês que os trabalhadores e trabalhadoras iam saindo dos trens e sendo recebidos com a poesia produzida com o mesmo suor que se lapida o cotidiano deste povo simples e maravilhoso que sustenta este país. Nada mais justo. E se fizermos as contas, foi mais ou menos assim: Poesia + Suor do trabalho = Cooperifa.
O mais impressionante que a gente achou que pela correria paulistana ninguém ia se atentar para o sarau, que nada, as pessoas foram parando e curtindo os poemas duros recitados pelos poetas da quebrada. Identificação total.
Quando vejo estas cenas não consigo entender como é que ainda tem gente que fala que o povo odeia ler. A pergunta que não quer calar, se odeia, por que? E ganha com isso? Não é teoria da conspiração, estou há vintes anos trabalhando com poesia na periferia, sei do que estou falando, é teoria da transpiração.
Acredito que as pessoas não sabem que gostam, e o o nosso trabalho é justamente este, avisar que "nós gostamos de literatura", e que a literatura não dever ser mais o pão do privilégio.
E falando em pão, vai vendo a ironia do destino, nós, os iletrados, os fodidos, os malquistos, os maltrapilhos, os malcoopreendidos, os malnutridos e destentados, é que estava repartindo o trigo que faz o biscoito fino que a massa não come. !
Ontem a poesia que chegava aos ouvidos desta massa trabalhadora cumpriu seu papel social, e como diria o poeta ferreira Gullar:"... Só é justo cantar quando o seu canto arrasta consigo pessoas e coisas que não tem voz."
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Um sorriso no rosto e os punhos cerrados,
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Sérgio Vaz
Vira-lata da literatura
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veja as fotos abaixo:

SARAU DA COOPERIFA NO METRÔ

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POESIA + SUOR = COOPERIFA
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Wésley Nóog

O Sarau foi no Metrô, mas a festa foi da favela...

É festa na favela, quem quiser pode chegar...

Uma parada para a poesia

estação Cooperifa do metrô

Até quem não é de sambar, sambou

Catarse!

A poesia cumpriu sua função social

Wésley Nóog


cobrador

Michel elo da corrente

Ari, poeta que surgiu do trem

Tuesday, August 25, 2009

SARAU DA COOPERIFA NO METRÔ

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HAPPY HOUR POÉTICO
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Ricarda

Crônica

Correria paulistana

Depois da labuta... poesia

A Estação Santa Cecília ficou paralisada

Jairo

Cris e Rui Mascarenhas


Porém, poesia com sabor de suor

Lobão

Tubarão

Seu Lourival




Happy hour poético

Camila



Rodrigo Ciríaco



SARAU NO METRÔ



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A POESIA NÃO PARA
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SARAU DA COOPERIFA
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Hoje 18hs
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Estação Santa Cecília do Metrô
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SP-SP

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CINEMA NA LAJE

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SIMONAL - NINGUÉM SABE O DURO QUE DEI
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Povo lindo, povo inteligente,
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o filme "Simonal - ninguém sabe o duro que dei" causou um impacto tão grande na Cooperifa que as discusssões rolaram até a meia-noite, e se não manda o povo embora... Foi uma noite chuvosa, mas a casa estava cheia para ver o filme, para participar do debate.
Queria agradecer `a Roseli Loturco que organizou o evento, ao Simoninha, à Claudia e ao Rubinho pelo bate-papo esclarescedor sobre o que realmente aconteceu com o Simonal. E o que realmente aconteceu? Veja o filme, ou então, frequente o cinema na laje da Cooperifa. É isso.
Cooperifa= muita luz, pouca camêra e muita ação!
A próxima sessão será dia 7 de setembro com uma mostra de cinema nordestino, até lá.
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Sérgio Vaz
Vira-lata da literatura

Monday, August 24, 2009

SARAU NA FUNDAÇÃO CASA - BRÁS

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Se liga nas paredes decoradas com várias poesias

Helber Ladislau

Rodrigo Ciríaco
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Povo lindo, povo inteligente,
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quinta-feira passada eu, Helber Ladislau e o Rodrigo Ciríaco fomos fazer um sarau na Fundação Casa-Brás (Unidade Topázio), e como não podia deixar de ser foi uma tarde regada à poesia e respeito.
Já na chegada sentimos a diferença, pois o espaço que nos foi reservado para o sarau estava todo coberto de poesia nas paredes, de vários autores, e uma pá de livros espalhados pelo chão, para dar um axé ao evento. Achei da hora. Primeiro que mostra respeito pela gente, tem lugar que a gente vai que os funcionários nem água levam, se não pedir... E segundo porque faz parte das oficinas de literatura que acontece por lá, e pelo que rolou durante o sarau, da pra ver que vai muito bem, obrigado.
Começamos o sarau só nós três, mas depois fizemos convite para quem quizesse participar, e cada um que participasse ganharia um dos 15 livros que levamos para presenteá-los. Pois é, não voltou nenhum livro.
A participação foi total, até os pedagogos e coordenadores participaram, e se vocês querem saber a verdade, nós acabamos o sarau e ainda tinha gente querendo participar. Foi emocionante. A gente saindo fora e eles levantando a mão dizendo que queriam recitar poesia. Pena que só levamos 15 livros...
Todos eles são nossos convidados para recitarem no sarau da Cooperifa quando estiverem livres no mundão.
No final chamei o grito de guerra da Cooperifa: Povo lindo ! Povo inteligente! Eles gritaram tão alto como se quizessem que o mundo inteiro escutasse. Só não escutou que não quis.
O Lugar não era ideal, mas o dia foi, e queria agradecer a todos envolvidos, coordenadores e pedagogos, nesta tarde de luta e resistência da literatura. E A Diretora Kelly Fonseca pelo respeito com o nosso trabalho.
Espero que no próximo sarau nenhum deles esteja por lá.
Queriam também que lugares assim não não precisassem existir, só escolas, mas...
Como já disse antes, não sou juiz, sou poeta.
Abs.
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Sérgio Vaz
Vira-lata da literatura



SARAU NO METRÔ

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A POESIA NÃO PARA
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SARAU NO METRÔ SANTA CECÍLIA
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terça-feira 18hs
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Amanhã vou apresentar um sarau na estação Santa Cecília, dentro do projeto sarau no Metrô.
Quem quiser colar comigo é só chegar.
Vai sair uma van lá do bar do Zé batidão, às 15hs.
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HOJE TEM "SIMONAL" NO CINEMA NA LAJE

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HOJE A LAJE CAI
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*em caso de chuva ou frio o filme será exibido dentro do bar
Cinema na laje é um espaço criado pela COOPERIFA e que acontece quinzenalmente às segundas-feiras para exibições de documentários e filmes alternativos de todas as partes do Brasil e do mundo, exibidos gratuitamente para a comunidade. Também criado principalmente para dar luz ao cinema produzido pelos jovensda região, e levar cidadania através da sétima arte.O cinema Paradiso da periferia também conta com um lanterninha vestido a caráter para dar um charme especial no projeto.
A Entrada é franca. A Pipoca é grátis. E a lua sincera.
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CINEMA NA LAJE
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SIMONAL - Ninguém sabe o duro que dei
De Claudio Manoel, Micael langer e Calvito leal.Após a exibição filme haverá um debate com Simoninha, Armando Antenor, Claudia Costa e Roseli Loturco.
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Dia 24 de agosto 20hs
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Laje do Zé Batidão
Rua Bartolomeu dos Santos, 797 Chácara Santana
Zona Sul-SP
Inf. 5891.7403
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Simonal – Ninguém Sabe o Duro que Dei é um documentário que não anistia um dos maiores artistas pop da história da música brasileira, mas emociona. Mostra a história de um negro, pobre, carioca da favela, que passou fome na rua e que, como ele mesmo gostava de comentar sarcasticamente, virou celebridade com medo de morrer crioulo: “meu anjo da guarda certa vez me disse, ou você vai ser alguém na vida ou vai morrer crioulo mesmo”. Ele, Simonal, decidiu conduzir as massas por meio de sua música simples e genial. Como ninguém, Simonal seduzia e mobilizava a platéia. Numa época em que não se produziam grandes shows no Brasil, o artista conduziu e regeu por mais de meia hora o Maracanãzinho lotado com ‘Meu Limão, Meu Limoeiro’. Chegou a fazer cerca de 330 shows por ano no final da década de 60. Simonal brilhou e inovou como poucos. Juntando qualidade, carisma, simpatia, suingue, charme e muito talento, ele se tornou à sensação do Brasil e conquistou o público internacional - chegou a dividir o palco com a diva do jazz norte-americana Sarah Vaughan.

Dirigido por Claudio Manoel, o Seu Creysson do humorístico global Casseta & Planeta, em parceria com os jovens Micael Langer e Calvito leal, ex-funcionários da Conspiração Filmes, esse documentário excepcional, de 80 minutos de duração, não fornece apenas dados novos sobre a trajetória de erros (ou não?) e a sucessão de abusos (ou não?) que levaram a carreira do grande cantor pop à ruína e ao desespero. Após ser acusado como informante do DOPS, Simonal foi execrado pela opinião pública, por artistas e por intelectuais. De 74 a 95 simplesmente não existia mais Wilson Simonal. O que o jogou à depressão, ao alcoolismo e ostracismo. O filme, ao contrário do que parece, é leve, intenso, musical, colorido, cheio de vida e movimento. Dá a chance de conhecer do início ao fim a carreira deste que é, ao lado de Roberto Carlos, um dos maiores nomes da canção popular brasileira.
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Mesa de debatedores:
Simoninha: músico e filho de Wilson Simonal.
Armando Antenore: Jornalista, editor da revista Bravo da Editora Abril
Claudia Costa: Professora de jornalismo da Faculdade Unisantana
Roseli Loturco: Jornalista e professora na oficina de jornalismo da ONG Papel Jornal.