Bola de meia bola de gude (Milton Nascimento / Fernando Brant) Há um menino, há um moleque Morando sempre no meu coração Toda vez que o adulto balança Ele vem pra me dar a mão Há um passado no meu presente Um sol bem quente lá no meu quintal Toda vez que a bruxa me assombra O menino me dá a mão E me fala de coisas bonitas Que eu acredito que não deixarão de existir Amizade, palavra, respeito,Caráter, bondade, alegria e amor Pois não posso, não devo, não quero Viver como toda essa gente insiste em viver E não posso aceitar sossegado Qualquer sacanagem ser coisa normal Bola de meia, bola de gude O solidário não quer solidão Toda vez que a tristeza me alcança O menino me dá a mão Há um menino, há um moleque Morando sempre no meu coração Toda vez que o adulto balança Ele vem pra me dar a mão E me fala de coisas bonitas Que eu acredito que não deixarão de existir Amizade, palavra, respeito,Caráter, bondade, alegria e amor Pois não posso, não devo, não quero Viver como toda essa gente insiste em viver E não posso aceitar sossegado Qualquer sacanagem ser coisa normal Bola de meia, bola de gude O solidário não quer solidão Toda vez que a tristeza me alcança O menino me dá a mão Há um menino, há um moleque Morando sempre no meu coração Toda vez que o adulto balança Ele vem pra me dar a mão |
Thursday, January 12, 2006
BOLA DE MEIA, BOLA DE GUDE
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